domingo, 25 de junho de 2006

Caminhar e correr na relva


Não posso deixar passar esta oportunidade de louvar publicamente a nossa rapaziada da bola. No meu post sobre o S. João, em Adrão, eu disse antes do jogo começar:

Hoje, o "exércvito luso", comandado por um brasileiro, tal como noutros tempos, vamos enfrentar os holandeses. Por esta, bandeira, vamos a eles!

E fomos! Fomos num campo de futebol que mais pareceu um campo de batalha, tal como aqueles que se seguiram noutros tempos que os holandeses tudo fizeram para diminuir a nossa capacidade de defesa do chamado grande império luso, pelo ódio que tinham a tudo que era espanhol.

Eu esperava que tudo aquilo iria acontecer. E aconteceu! O jogo iria ser difícil para os dois lados e a macaquice de alguns iria estragar o jogo.

Houve cartões sem nexo, como o primeiro mostrado ao jogador holandês e o primeiro mostrado ao jogador português. A falta de um vermelho directo que seria bem mostrado ao jogador que faz a segunda falta sobre o Cristiano Ronaldo e depois foi um ver se te avias! Tudo aquilo teria de descambar e eu achei o caso mal parado porque, normalmente, perdemos sempre netas jogadas. felizmente isso não aconteceu hoje porque os nossos rapazes bateram-se com galhardia.

Vamos lá rapaziada. Vamos a eles!

Por esta.

terça-feira, 20 de junho de 2006

A Beleza de Maria

 | Ventor 20.06.06

Eu continuo a sonhar, mas há sonhos que acho que devo colocar aqui e este é um deles.

Uma vez tive um sonho em que o Senhor da Esfera me disse que eu era o Oitavo da Esfera Celeste, o Ventor!

Verdade!  Gostei muito desse sonho, mas agora tive outro muito lindo.

Sonhei que era um dos Senhores de uma grande empresa em que haviam bastantes sócios e eu tinha 8% dessa empresa, muito pouco mas era dos que tinha mais!

Mas a coisa estava muito má porque os meus sócios eram demoníacos e tinham um plano. Destruir o Planeta Terra! Eu travei uma luta ainda mais diabólica que a deles para o evitar, mas os gajos tinham sempre a maioria e eu sentia-me impotente para ganhar essa grande batalha. Fazia-me confusão como aqueles anedotas queriam dar cabo de um mundo tão lindo, inclusivé, cabo deles. Eu procurei todas as hipóteses para o evitar e nas minhas caminhadas em volta do Planeta, fui encontrar Jesus Cristo com um plano na mão para vir em meu socorro e uma carta do mundo antigo.  Do seu Mundo!

Sobre uma rocha ele estendeu a sua carta e apontava para Maria, Sua Mãe: «foi aqui que eu nasci, foi aqui que tu fizeste a sopa para mim, foi aqui que o meu pai trabalhava a madeira, foi aqui que ... uma série de coisas! Maria ouvia-o olhando o horizonte fixa em nada, pensando, meditando e era a mulher mais bela que alguma vez imaginei existir. Os seus olhos estavam fixos em nada, muito longe e, de repente, ouvi-a dizer. «Pois era. Era tudo muito lindo, mas agoara as nossas preocupações são outras. Temos de ajudar o Ventor"!

Aquela mulher irradiava força e determinação e por portas e travessas arranjou dinheiro, muito dinheiro. Ao ver-me, chamou-me e disse-me para chegar e traçar um plano com ela. Cristo estava a leste. Ela tinha dinheiro e disse-me que o dinheiro comprava tudo até aqueles obcecados pela destruição da Terra. Oferecer dinheiro aos mais pequenos e comprar as suas acções. Cristo comprava uma boa percentagem e ela outa, de maneira que, com os meus 8%, tivéssemos a maioria e travássemos os demoníacos.

Ela chegou sorrindo àquela grande empresa e propôs-se comprar tudo que vendessem. Para mim e para o meu filho posso comprar tudo que vendam, mas eles não a conheciam. Apenas queriam dinheiro. De repente os demoníacos estavam em minoria. Quando viram Cristo, Maria e eu juntos nos mesmos objectivos precipitaram.se num sítio terrível para onde queriam ir. Era o Inferno!

Mas com o Planeta Terra já salvo, Cristo continuava de carta na mão, á procura de locais seus conhecidos e a dizer à mãe para não se preocupar mais. O Ventor vai gerir essa empresa. Eu acredito nele e tudo vai correr bem e dirigiu-se para a Palestina.

Porque seria que Cristo e sua Mãe me apareceram cheios de dinheiro? Eles foram sempre pobres, tal como eu!

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Mais tasquices

  | Ventor 19.06.06

A propósito do elogio do Presidente da República à acção governativa, segundo ouvi numa tasca aqui ao lado, só tenho a dizer o que disse a um amigo, depois de ouvir muitos tasqueiros e seus clientes frequentadores.

Em resumo:

«Todas as apostas que implicam desenvolvimento até podem ser correctas, e isso vamos ver, mas farto de "graxa política" estou eu. Falam, falam, falam, ... mas obras, quê delas?
O que eu gostava de ver eram acções para além da poítica teórica! E essas eu ainda não vi nada. O que eu vejo é aquilo que os outros vêm. Népias!
O que eu gostava de ver, era o Presidente da República dizer que o Governo, já fez muito no seu primeiro ano de mandato e que os resultados estão à vista. Mas não. Os resultados não estão à vista, e provavelmente nunca os veremos. O que eu gostaria era, sentar-me a beber o meu café, abrir o jornal, e não ter de ler notícias deste teor: "a fábrica da Azambuja vai fechar, porque a produção de uma viatura na Azambuja fica bem mais cara do que se for produzida em Espanha", por exemplo. E depois, não gostaria de ler as explicações vergonhosas das razões porque isso acontece, na óptica de quem sabe da poda.
O que eu gostaria de ver, era sentar-me para beber o meu café, abrir o jornal e não ter de ler uma notícia destas: "a Assembleia da República, gastou mais 27% em viagens no último ano", etç., etç, ...
Espero que os elogios do Presidente da República não tenham por objectivo tapar-me os olhos e fazer de mim parvo. Claro que para tudo há o seu tempo e eu fico, à espera, atento»!

Isto é um resumo do que eu tenho ouvido nas tascas que frequento. No entanto, também não vou julgar o Governo actual por todos os males que existem na nossa sociedade. Eles vêm de trás, mas cada vez estou mais convencido que o balão continua a insuflar até rebentar e no términus do mandato Governamental, a nossa decepção será muito maior. A podridão é muito grande e todos nós vamos pagá-la muito caro.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Caminhar na Natureza

 | Ventor 15.06.06

Caminhar sob a ameaça de chuva, nunca foi o meu forte. Prefiro caminhar à chuva, do que ser ameaçado por ela. O chato, é quando não somos capazes de caminhar.

É o meu caso neste momento. Uma tormenta! Estar deitado, sentado, andar a pé ou de carro, é par mim, de momento, uma grande tormenta,

Mas enfim, vou! Pelo menos enquanto o sacrifício mo permitir, como hoje mas, às vezes, o scrifício não o permite. Neste momento, até para estar aqui sentado estou a fazer um grande sacrifício. Mesmo para fazer uma massagem na tremideira do meu colchão, é um sacrifício.

Mas mesmo assim, a Natureza é a minha companheira preferencial, chova ou dê sol!  Por isso, mesmo grunhindo de dor, andei pela minha serra preferida. Preferida por ser linda e por estar mais à mão e mesmo escondida pelo nevoeiro esfarrapado, ela continua a ser tão linda como só Sintra o sabe ser.

Penetrar no seu seio e olhar as suas árvores envergonhadas escondendo-se do Ventor no nevoeiro esfarrapado, continua a ser belo. Gostava de ser um Byron, não precisaria de ser Lord, para saber descrever o que sinto quando caminho na serra de Sintra. Ela é uma sera completa. Basta ver a bravura do seu solo, as suas rochas alcandoradas umas sobre as outras e os casarios incrustados na majestade do seu arvoredo para, à chuva ou ao sol  verificarmos que não poderá haver muitos locais assim. Por isso já o Byron dizia ser um local único.

Ver o nevoeiro caminhar entre as árvores, e todo aquele maravilhoso  arvoredo  desfilar perante os nossos olhos é deveras único.

As ginjas eram um desafio e as peras preparam-se para o ser.

Nos seus muros, fazendo lembrar o meu Minho, as hortências diziam-me olá e curvavam-se à minha passagem, ao mesmo tempo que me lembravam que haveria dias melhores.

https://ventorcaminhando.blogspot.com/2026/06/lago-enol-um-lago-de-covadonga-que.html

Observando

 Sim, observando! É o que eu estou a fazer! ____________________________________________________________________________________________ O n...