| Ventor 14.08.06
segunda-feira, 14 de agosto de 2006
Montanhas lindas - Gerês
sábado, 5 de agosto de 2006
Montanhas lindas - Senhora da Peneda
| Ventor 05.08.06
Isto é um milagre, não é cor nem tinta!
Mas não pinteis, pintores! Orai, Rezai!
Uma beleza destas não se pinta!
terça-feira, 25 de julho de 2006
Montanhas lindas - Castro Laboreiro
| Ventor 25.07.06
Castro Laboreiro
Em mais uma das minhas caminhadas por Castro Laboreiro, quero deixar aqui a minha homenagem a estas gentes serranas e às suas belezas.
Pouco conheço de Castro Laboreiro a não ser tudo o que me contam, tudo o que leio e de uma ou outra passagem por lá no deambular dos tempos. Mas posso dizer-vos que toda a região de Castro Laboreiro é um monumento. Desta vez descobri outro monumento: “o borrego grelhado”! Mas, não vos vou falar do borrego grelhado nem do Restaurante Miradouro. Vou falar-vos de Castro Laboreiro no seu todo. Nos penhascos (que dizer dos seus penhascos?), das suas gentes e da minha grande desilusão!
Uma beleza na serra
quinta-feira, 20 de julho de 2006
Outro sonho do Ventor
| Ventor 20.07.06
O Ventor não quer que eu conte os seus sonhos, mas vou contar. Por isso invadi o seu blog!
Uma noite destas ouvi o Ventor sonhar e acordou muito transtornado com um pesadelo. Eu só ouvia ele gritar. “Antar”! “Está quieto Antar”! “Tu dás cabo de tudo, Antar”! Isto era o que eu ouvia ao Ventor.
Claro que o Ventor já me tinha falado do seu cavalo branco, Antar, mas agora eu precisava de saber porquê aquela conversa toda com o Antar.
Então o Ventor contou-me, o resto do seu sonho que foi assim:
O Ventor sonhou que estava numa grande fila de automóveis e era impossível sair do mesmo sítio. De repente, vindo do céu, desce sobre aqueles automóveis todos um belo cavalo branco. O Ventor saiu do carro e começou a gritar pelo cavalo.
“Antar! Antar”! … “Que fazes aqui, Antar”?
E o cavalo branco respondeu-lhe que veio buscá-lo!
«Venho buscar-te, Ventor».
“Mas eu não vou. Eu pertenço a esta parte do Mundo, tu pertences à outra”.
«Tu vais comigo Ventor. Eu prometi que te ia levar daqui».
“Prometeste a quem? Antar, tu só me obedeces a mim”!
«Não me chames Antar, Ventor. O Antar é o meu pai, está muito doente e eu prometi-lhe a ele e ao Senhor da Esfera que te ia levar comigo. O meu pai e o Senhor da Esfera estão com saudades tuas. Eu sou o cavalo mais poderoso que existe na grande Esfera e trouxe comigo essa missão. Levar-te, Ventor!»
“Missão impossível. Eu não vou”!
«Ou vais comigo, ou eu dou cabo destes carros todos, Ventor. Começo já por este».
Espetou dois coices num carro de amigos nossos. O homem meteu as mãos à cabeça e a mulher saiu do carro a gritar quanto podia com o Ventor que tinha de matar aquele cavalo.
Tal e qual o Antar
“Mata o cavalo, Ventor, senão ele destrói tudo”!
O cavalo desfez mais dois carros e o Ventor pegou num grande arrocho e prometeu dar cabo do cavalo. (Às vezes precisamos de fazer promessas!).
O cavalo branco colocou-se em frente do Ventor a ameaçá-lo com as patas da frente e com a boca aberta a mostrar-lhes os dentes grandes e branquinhos.
Depois provocava-o para o Ventor lhe dar com o arrocho, mas o Ventor tinha oportunidade mas não lhe dava. Só se lembrava do Antar, um cavalo maravilhoso que nunca poderia ter um filho assim, pensava ele.
Depois o cavalo branco faz uma correria sobre a fila de automóveis e com mais dois coices espatifou uma série deles. O Ventor, de arroxo na mão, só pensava no Antar e pensou que o Antar e o Senhor da Esfera não lhe podiam ter feito aquilo. (Só podia ser obra do diabo!).
Pediu ao cavalo branco para se ir embora e que não danificasse mais viaturas pois era um comportamento indigno de um cavalo celestial.
O cavalo branco fixou o Ventor, olhos nos olhos e deu início a mais uma correria sobre as viaturas fixando-as. Começou aos coices nas viaturas danificadas e colocou-as todas como estavam. Depois dirigiu-se ao Ventor voltou a olha-lo nos olhos e disse-lhe: «É verdade Ventor. Meu pai - o teu fiel cavalo Antar - mais o Senhor da Esfera, estão com saudades tuas e eu prometi-lhes que te vinha buscar. Se te levasse ganharia uma grande aposta, se não te levasse haveria de provar se tu eras o senhor de que meu pai me falava. Com o arroxo na mão tentaste intimidar-me, mas nos teus olhos nuca vi um sinal de ódio. Voltarei para eles vencido mas com a alegria de lhes contar que tu continuas a ser como eles me disseram que eras”.
«Adeus Ventor»!
O cavalo, uma beleza branca, subiu pelo ar fora até se perder de vista penetrando pelo céu dentro. Ao lado do Ventor as pessoas batiam palmas ao cavalo que desaparecia e ao Ventor.
Mas a única realidade é que o Ventor acordou de um grande pesadelo, todo molhado, encharcadinho em suor e encontrou-me sentado a seu lado, cheio de curiosidade. Para não se esquecer, foi-me contando o sonho e ia-me fazendo festas como teria feito ao Antar se estivesse aqui connosco.
quarta-feira, 19 de julho de 2006
Arcos de Valdevez - os Malinos
| Ventor 19.07.06
Os Malinos são mesmo Malinos!
Mas são um encanto a tocar bombo e caixa. Não cheguei a vê-los a tocar gaita-de-foles nem concertina mas, só pela conversa, deu para perceber que devem ser mesmo bons em tudo.
Na nossa última noite em Arcos de Valdevez, deu para ouvir uma “bombarda terrível” que até parecia que os cavalos de Afonso de Leão e do nosso Afonso, o Conquistador, estavam irrequietos, prontos para entrar numa dança em vez de um combate. Ainda pensei voltar para trás e ir ter com os bombos mas a coisa não estava bem para eu aumentar mais um pedacinho à minha caminhada.
No dia seguinte havia por ali, nas belas águas do rio Vez, outro torneio, não de vida ou de morte, mas de Kaiaks. Haviam por ali carrinhas de várias localidades e motocars e até parecia que tudo aquilo estava em festa, mas também quando o Norte não está em festa, quem está? Demos por ali umas voltas, pelas zonas do Vale, pelo Mezio e por Travanca e regressamos à vila, depois de cumprimentar os meus amigos de milénios.
Aqui jazem homens de antanho
Em Arcos de Valdevez, tivemos de arranjar onde almoçar e, para isso, teria de ser um local onde coubesse o meu amigo Zé! Fomos ao local perguntar se podíamos almoçar na Esplanada onde teríamos o Zé junto de nós e à sombra. Assim foi. Havia uma mesa para cinco e para o Zé junto de nós. À nossa volta alguma rapaziada vestida de verde. 16, se sei contar. Mas levantei-me e procurava os lavatórios, porque não conhecia o restaurante que tinha sido todo renovado. Um rapaz, dos vestidos de verde logo se prestou a dar a sua ajuda e indicou-me por onde ir. Lá fui. Atravessei aquela “Floresta” toda, era assim que se chamava o Restaurante, e quando cheguei deu-me para ler a camisola que me tinha indicado os lavabos. Na camisola estava escrito os Malinos. Olhei os outros e tinham escrito a mesma palavra e a casa que os ajudava nas suas andanças – uma salsicharia. Virei-me para o que estava mais perto e perguntei-lhe: «vocês são Malinos a fazer o quê»?
Daí veio todo o historial do grupo. “ Nós somos Malinos a tocar bombo, a tocar caixa, a tocar gaita galega, a tocar concertina”! Um puto com 22 anos que tinha todo o jeito de ser o “cabecilha” e que irradiava simpatia por todos os poros, apresentou-me a sua rapaziada que ia desde uma menina de 12 anos que tocava concertina até o mais velho com 28 anos que tocava bombo. O chefe tem 22 anos e toca caixa. Os mais velhos que faziam parte do grupo trabalhavam em vários ramos e tinham de tomar conta do bombo em dias de festa.
O chefe do grupo ofereceu-me um cartão e depois ainda voltou ao restaurante para me oferecer um postal com a imagem do grupo em equipamento laranja. Eles vestem camisola verde ou camisola laranja.
Faziam parte de outro grupo de Zé P’reiras, mas zangaram-se e os que partiram formaram um grupo novo. Agora a sua condição de Malinos dá bem para rebentar com os bombos e ganhar prémios. Tocam tanto bombo que têm de proteger as mãos todas calejadas. Para eles rebentar com as peles dos bombos, partir baquetas e arrasar em volta, bater os seus velhos amigos, é condição necessária. Tão necessária, como beber 14 litros de água por dia, nestes dias de intenso calor para continuarem a “bombar” nos instrumentos.
Depois do almoço regressamos à auto-estrada pelo lugar do Souto onde eles iam actuar. Chegamos no fim, mas deu para ver que eles são mesmo bons! Debaixo daquele calor arrasador as grandes bandas esperavam a sua vez, mas tinham de aguardar a actuação dos Malinos. Perguntei-lhe pelas gaitas de foles e pelas meninas das concertinas, ele com tristeza no olhar, por não os vermos em todo o seu esplendor, disse-me que já tinham actuado. Uma das meninas disse-me: «venham à festa dos Arcos e vão ver o maior show da vossa vida, com bombos, caixas, concertinas e gaitas galegas».
Eles continuam bombando, no adro da igreja de Souto
Falo-vos nos meus amigos Zé P’reiras, os Malinos porque eles são mesmo Malinos. São Malinos contra o ócio, contra a tristeza, contra a vida inútil da maioria da nossa juventude. Eles transpiram alegria e transformam o semblante daqueles que por razões várias a sorte não bafejou ainda. Eles levam alegria cheia de música ás ruas dos Arcos, do Souto e de muitas terras do nosso Minho. Eles conseguiram mostrar-me que tocar bombo, tocar caixa, e outros instrumentos é muito difícil, mas vale a pena viver a vida como gostamos.
E assim terminaram com esperança de que, em Agosto, ainda ouçamos e vejamos as gaitas de foles e as concertinas
Boa sorte, na vossa Caminhada, amigos Malinos!
domingo, 25 de junho de 2006
Caminhar e correr na relva
Não posso deixar passar esta oportunidade de louvar publicamente a nossa rapaziada da bola. No meu post sobre o S. João, em Adrão, eu disse antes do jogo começar:
Hoje, o "exércvito luso", comandado por um brasileiro, tal como noutros tempos, vamos enfrentar os holandeses. Por esta, bandeira, vamos a eles!
E fomos! Fomos num campo de futebol que mais pareceu um campo de batalha, tal como aqueles que se seguiram noutros tempos que os holandeses tudo fizeram para diminuir a nossa capacidade de defesa do chamado grande império luso, pelo ódio que tinham a tudo que era espanhol.
Eu esperava que tudo aquilo iria acontecer. E aconteceu! O jogo iria ser difícil para os dois lados e a macaquice de alguns iria estragar o jogo.
Houve cartões sem nexo, como o primeiro mostrado ao jogador holandês e o primeiro mostrado ao jogador português. A falta de um vermelho directo que seria bem mostrado ao jogador que faz a segunda falta sobre o Cristiano Ronaldo e depois foi um ver se te avias! Tudo aquilo teria de descambar e eu achei o caso mal parado porque, normalmente, perdemos sempre netas jogadas. felizmente isso não aconteceu hoje porque os nossos rapazes bateram-se com galhardia.
Vamos lá rapaziada. Vamos a eles!
Por esta.
terça-feira, 20 de junho de 2006
A Beleza de Maria
| Ventor 20.06.06
Eu continuo a sonhar, mas há sonhos que acho que devo colocar aqui e este é um deles.
Uma vez tive um sonho em que o Senhor da Esfera me disse que eu era o Oitavo da Esfera Celeste, o Ventor!
Verdade! Gostei muito desse sonho, mas agora tive outro muito lindo.
Sonhei que era um dos Senhores de uma grande empresa em que haviam bastantes sócios e eu tinha 8% dessa empresa, muito pouco mas era dos que tinha mais!
Mas a coisa estava muito má porque os meus sócios eram demoníacos e tinham um plano. Destruir o Planeta Terra! Eu travei uma luta ainda mais diabólica que a deles para o evitar, mas os gajos tinham sempre a maioria e eu sentia-me impotente para ganhar essa grande batalha. Fazia-me confusão como aqueles anedotas queriam dar cabo de um mundo tão lindo, inclusivé, cabo deles. Eu procurei todas as hipóteses para o evitar e nas minhas caminhadas em volta do Planeta, fui encontrar Jesus Cristo com um plano na mão para vir em meu socorro e uma carta do mundo antigo. Do seu Mundo!
Sobre uma rocha ele estendeu a sua carta e apontava para Maria, Sua Mãe: «foi aqui que eu nasci, foi aqui que tu fizeste a sopa para mim, foi aqui que o meu pai trabalhava a madeira, foi aqui que ... uma série de coisas! Maria ouvia-o olhando o horizonte fixa em nada, pensando, meditando e era a mulher mais bela que alguma vez imaginei existir. Os seus olhos estavam fixos em nada, muito longe e, de repente, ouvi-a dizer. «Pois era. Era tudo muito lindo, mas agoara as nossas preocupações são outras. Temos de ajudar o Ventor"!
Aquela mulher irradiava força e determinação e por portas e travessas arranjou dinheiro, muito dinheiro. Ao ver-me, chamou-me e disse-me para chegar e traçar um plano com ela. Cristo estava a leste. Ela tinha dinheiro e disse-me que o dinheiro comprava tudo até aqueles obcecados pela destruição da Terra. Oferecer dinheiro aos mais pequenos e comprar as suas acções. Cristo comprava uma boa percentagem e ela outa, de maneira que, com os meus 8%, tivéssemos a maioria e travássemos os demoníacos.
Ela chegou sorrindo àquela grande empresa e propôs-se comprar tudo que vendessem. Para mim e para o meu filho posso comprar tudo que vendam, mas eles não a conheciam. Apenas queriam dinheiro. De repente os demoníacos estavam em minoria. Quando viram Cristo, Maria e eu juntos nos mesmos objectivos precipitaram.se num sítio terrível para onde queriam ir. Era o Inferno!
Mas com o Planeta Terra já salvo, Cristo continuava de carta na mão, á procura de locais seus conhecidos e a dizer à mãe para não se preocupar mais. O Ventor vai gerir essa empresa. Eu acredito nele e tudo vai correr bem e dirigiu-se para a Palestina.
Porque seria que Cristo e sua Mãe me apareceram cheios de dinheiro? Eles foram sempre pobres, tal como eu!
https://ventorcaminhando.blogspot.com/2026/06/lago-enol-um-lago-de-covadonga-que.html
Observando
Sim, observando! É o que eu estou a fazer! ____________________________________________________________________________________________ O n...
