domingo, 9 de abril de 2006

Os amigos

 | Ventor 09.04.06

Por aqui, através desta maravilhosa janela tenho feito bastantes amigos, e para além disso, obtido contactos perdidos, inclusivamente, contactos que nunca deveria ter perdido.

Mas hoje quero aqui falar-vos de um dos muitos amigos que obtive através desta janelinha. O meu amigo, Belmiro Xavier. Creio que lhe posso chamar amigo, porque não é toda a gente que perde uns minutos a incentivar-nos, a mim e ao Quico, a prosseguirmos esta Grande Caminhada.

Em Adrão

O Belmiro tem-nos incentivado através de e-mails e através do Guestbook a prosseguirmos este entretimento. Passa por aqui muita gente, mas nem todos têm sensibilidade para perder um minuto a dizer ao Quico que as coisas estão bem ou mal. Houve um momento em que não se viam algumas das fotos colocadas no Site e ninguém teve a amabilidade de me informar. Teve de ser um americano dos confins das Américas, um “camon”, a me informar e a dar-me, posteriormente, o feedback. Esse americano disse-me que tinha muita pena não saber português para poder ler os meus textos mas que fazia a tradução via Google, e não era a mesma coisa. Já lhe agradeci na devida altura pela sua amabilidade.

E porque destaco agora o Belmiro neste post? Porque nem eu conheço o Belmiro nem ele a mim pois nunca nos vimos, ou pelo menos, nunca fomos apresentados, mas ele sabe que um dos problemas que eu tenho tido é não ter fotos da minha aldeia para colocar aqui, pois das que tenho, nem todas posso aqui colocar, porque não pedi autorização às pessoas para o fazer. E o meu amigo Belmiro, em boa hora, deslocou-se da sua cidade, Braga e caminhou pelas minhas Montanhas Lindas, fotografou-as no seu manto branco e teve a amabilidade de partilhar as suas fotos comigo, enviando-as, via e-mail.

No seu e-mail dizia que me enviava fotos tiradas em 26 de Fevereiro de 2006 das Minhas Montanhas Lindas vestidas de branco, lindas, como nunca as tinha visto! Nos meus tempos de criança vi-as assim muitas vezes, mas cheguei a ver tudo coberto de neve onde só as verticais das paredes das casas tinham cor diferente.

Como muito bem tenho verificado nestes meandros da Net, os amigos podem não ter, para nós, um rosto, mas podemos verificar que, muitos deles, têm uma alma.

Obrigado Belmiro,

segunda-feira, 13 de março de 2006

Mais um raid sobe o Alentejo

 | Ventor 13.03.06

Mais um raid e mais uma observação de passagem sobre estas lindas meninas albi-negras. Estas são as minhas meninas que me acompanharam por terras africanas e foram, também, belas companheiras de guerra.

Esta aldeia de cegonhas é um marco belo na caminhada de todos que por ali passam.

Junto à barragem de S. Domingos assisti a um bailado entre uma cegonha e uma águia, afastadas mas a reclamarem que o mundo é de todos e nos céus alentejanos estas duas belezas cohabitam e mantêm os seus propósitos.

É com as cegonhas que eu reabro novas caminhadas do Ventor.

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Elas executam um bailado para o Ventor

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As cegonhas parecem viver felizes no Alentejo

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Belezas à nossa passagem

domingo, 5 de março de 2006

Escuridão e Luz

 | Ventor 05.03.06

Tive um sonho muito mau! Sonhei que voltei à idade das trevas. Senti que caminhávamos na escuridão, ouvia as pessoas falarem mas, à minha volta, só existia a negrura completa. No entanto, olhava o firmamento e lá estavam as lindas meninas tremeluzentes na abóbora celestial.

Depois lembrava-me que tinha existido uma época brilhante e na escuridão aguardava que o meu amigo Apolo aparecesse no horizonte e me ferisse a vista com a sua luz, mas aguardava, aguardava, e a noite era eterna.

Acordei a pensar nisso e na beleza da luz.

Entretanto, nesse mesmo dia a minha mulher, uma irmã e uma sobrinha foram até Odrinhas ali para os lados de Sintra, visitar uma loja de quinquilharias e resolveu comprar um candeeiro de petróleo!

Um dia depois fomos à nossa casa de Massamá e encontrei esta preciosidade. Um candeeiro a sério, com petróleo, torcida e tudo. Só me faltavam os fósforos ou o isqueiro para pegar fogo à torcida. Já tenho saudades das candeias de petróleo que me esturricaram as pestanas durante os anos primórdios.

Gostei desta prenda!

Depois comecei a pensar porque raio usar cera (as célebre velinhas) como alternativa às falhas da electricidade? Mas pronto, eu sei que no dia que usar o meu candeeiro a petróleo (durante o tempo que o curtir) não estarei aqui a tentar dialogar convosco sobre estas teclas. Mas, pelo menos enquanto houver petróleo no mundo, não viverei uma noite de trevas como aquela do meu sonho.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

1ª Caminhada de 2006

  | Ventor 05.01.06

Ao 4º dia de Janeiro de 2006, caminhei 4 horas com a arrelia do nosso Planeta Azul.

Quatro horas, foi muito bom para quem já não fazia caminhadas a sério há algum tempo. Os últimos tempos, poucos, foram absorvidos em caminhadas com outros afazeres. Arranjei tempo para assistir à partida da Grande Caminhada, Lisboa Dakar, mas ainda não arranjei tempo para ver a célebre Árvore de Natal que resolveram colocar na Praça do Comércio. Eu sei que tem apenas mais uns metros que a do Natal anterior, mas gostaria de vê-la enquadrada naquilo a que já se chamou a Varanda da Europa. Porém, apesar do meu interesse nesse enquadramento, ontem senti mais interesse pelas arrelias do nosso Planeta Azul. E valeu a pena!

Encontrei muitos dos meus amigos e, para além deles, encontrei uma garça cinzenta que, por um triz, não fotografei como gostaria. Mas ela ainda me disse, que se eu não me armasse em Paparasi, teria muito gosto em posar para mim. Ainda fez a demonstração de como seria só para me fazer crescer água na boca.


Esta coisa Linda saiu-me do meio do ribeiro

Mas para além dela, lá estavam todos os meus amigos do costume, menos as galinhas d’água! Depois, caminhei para a minha Bouça e, mal entrei no meio do arvoredo, logo à minha vertical, apareceu, chamando, esta coisa linda que eu procurei imitar e ela teve a gentileza de corresponder, baixando sempre com a cabeça de lado a olhar-me, fazendo uma passagem baixa à minha frente, circulando por trás de um eucalipto e até fez um gesto para pousar mas preferiu apostar no seguro circulando pelo meio das árvores, mas de abalada.


Ela torna realmente os céus mais bonitos

Depois certifiquei-me da evolução da acção do longo estio sobre as árvores e apesar de alguns freixos mortos e outros quase, notei a recuperação dos sobreiros que, no Outono estavam totalmente despidos de folhas e, com as chuvadas que se seguiram, começaram já a arranjar uma roupagem nova.


As copas destas árvores faziam arrepiar, mas agora o tom verde é de facto esperança

Algumas das coisas boas que este mundo ainda pode ter para nós, são as árvores, os rios que ainda correm a céu aberto e os animais, nossos companheiros de caminhada. Espero que os homens que só sabem trabalhar em alcatifas não estraguem o pouco que ainda temos de bom, mas não me parece que vá ser assim. Se calhar, ainda no meu tempo, teremos de andar muito e não encontraremos árvores destas!


 


Sobreiros seculares

Engraçado que ontem vi um animal que não fazia a mínima ideia que existisse por aqui. O lagostim de água doce! Quando o vi já não deu para fotografar, limitei-me a ver o seu vulto a passar na água que corria já no escuro. Também perdi algum tempo a ver os morcegos esvoaçar e recordo-me do tempo que, ainda criança, me ensinaram a tentar apanhá-los com uma vara para saber se a sua perícia era, de facto, semelhante a um bólide com radar. Depois lá me fiz a casa, lamentando a pequenez dos dias de Inverno, mas 4 horas, já chegavam! E ainda assisti a um combate de patos.


Quiseram exibir-se para mim


O meu amigo Apolo abalou e eu segui-lhe as peugadas

sábado, 24 de dezembro de 2005

Olá, amigos

 | Ventor 24.12.05

Hoje estive convosco e apenas eu e vós estivemos presentes, por longo tempo.

Depois chegaram aqueles que vos guardam e vos honram para substituir os que vos guardavam e vos honravam. Os seus passos, no chão de pedra, faziam-me lembrar os vossos passos, a sua galhardia fazia-me lembrar a vossa, mas tudo está diferente. Nós tínhamos alma! De qualquer maneira eu vi-os render a guarda, a vossa guarda e acredito que o sentimento deles, desta nova juventude que substituiu a nossa, seria igual ao meu, com a diferença de que eu estive lá, no terreno, no ar, e sulquei os nossos mares!

Isso, só por si, leva-me a pensar que nada é como dantes! Nós, os que ficamos, choramos os companheiros que partiram antecipadamente, conhecemos as suas agruras e sabemos como dói! A dor da perda em combate é terrível, a dor por nos deixarem é enorme, a dor dos que ficaram, dos vossos familiares, ainda será, certamente, incomensurável. Por isso, de vez em quando eu desfilo perante a vossa memória e não vos esqueço. Sempre que posso eu presto-vos a minha homenagem, simples, singela, mas cheia de dor por não vos poder ter comigo, por não voltarmos a beber os nossos scotches em tempo de paz, como os bebemos em tempos de guerra. Assim para os que não conhecem, deixo aqui o vosso monumento, para a eternidade e para que ninguém esqueça todos aqueles que deram tudo que tinham por nada.

Recordar-vos e honrar-vos, é obrigação de todos

Olá, Alf. Paixão

Olá Costa

Olá, Major Rolando Mantovani! Olá a todos os que fazem parte do Mural

Esta é a chama que se pretende perene  

Esta é a bandeira que serviram e pela qual tudo deram





Estes são pormenores do monumento com que pretenderam homenagear-vos

Ele é uma das minhas salas de visitas, desta nossa bela Lisboa e é aí que eu vos mostro a minha presença, mas estou sempre convosco. Agora vai passar por nós e por vós, mais um Natal e mais uma vez eu verterei por todos vós mais uma lágrima de dor recordando os dois Natais que passamos juntos nas lindas terras de África. Seria lindo eu acreditar na esperança de nos voltarmos a encontrar nesse local a que chamamos Céu! Eternamente convosco, Ventor

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Os meus reguilas

 | Ventor 15.12.05

Ontem passei o dia com os meus reguilinhas.

Bebemos o café e não só, junto ao Pai Natal, ali também a tomar o seu café e a comer uma bolacha, na montra, a nosso lado, a olhar para nós! A Joana dizia-me que queria ir para casa do Tomás e conseguiu-o. Depois, no café, disse que queria que fossemos todos almoçar juntos e também conseguiu! É uma felicidade proporcionar a felicidade a estas coisinhas tão frágeis!

No café brincaram, jogaram, animaram e notava-se a presença do Natal.

Depois, no jardim, continuaram a brincadeira até se esfalfarem!

Entretanto o Pai Natal trepava, pela varanda, à casa do Tomás, para levar o saco verde cheio de esperanças, onde o Quico meteu alguns sonhos.

O Tomás foi a casa ver se já havia prendas e mostrar umas coisas à Joana e veio, todo feliz, com um garrafão de água de Luso vazio para colocar no lixo, todo satisfeito da vida por estar na companhia da prima e saber que íamos almoçar todos juntos.

Tão pequenos e já sabem que só conseguirão obter êxito com um bem planeado trabalho de equipa.

Depois do almoço, no computador do avô, ele faz os seus jogos preferidos e, de vez em quando, dá uma olhada nos Blogs do Quico e do Ventor, quando eu lhos mostro. Para eles e todas as crianças do Mundo, seria muito bom se todos conseguissem ser felizes. A Joana já andou a fazer uma triagem dos seus brinquedos para oferecer àqueles que, segundo ela diz, não os têm. Bom Natal.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Caminhar nas Montanhas ...

  | Ventor 08.12.05

... de Soajo

Recebi um e-mail de um dos meus amigos encontrados na Net (esta é outra forma de Caminhada), que me dizia da imprudência de uns quantos que gostam de calcorrear montanhas e, para tal, escolheram os trilhos da minha serra!

O e-mail rezava assim: Caro Ventor; As tuas montanhas são lindas, mas por vezes pregam partidas. É bom que assim seja, pois nem toda a gente que as visita tem cabeça para as calcorrear. Deixo em anexo notícias do Soajo Um abraço,

Ora eu, incentivo todos os incautos a calcorrear as minhas Montanhas Lindas, mas pelo Verão fora e, mesmo assim, para os leigos, com muita prudência porque, por lá, até no Verão pode haver nevoeiros cerrados. Pouco provável, mas possível! Na serra de Soajo, quando os nevoeiros chegam, é a valer!

Eu já lá andei perdido muitas vezes (quase sempre no Outono) quando os gados se arrastavam para regressar a casa e garanto-vos que sempre soube para que lado ficava o Norte! Para tal é necessário conhecer não os trilhos mas tudo! Os trilhos, as rochas, as moitas de tojo, de urze, os espaços de fetos, onde os gados se deitam – poulos – as nascentes, o correr das águas!

Flores da carrasca

Assim podemos encontrar o ponto cardeal pretendido! Por isso meus amigos, se tiveram vontade de calcorrear as minhas montanhas lindas, façam-no com sol. Subam ao Poulo dos Bicos, idos do Mesio, de Travanca ou de Soajo, ou subam à Pedrada por Adrão, com caminho pela Portela (aquele monte que divide as águas entre Adrão e os vales da Peneda), aos Cortelhos do Muranho atravessando antes, toda a Naia!

Bebam água na fonte da Naia. Subam ao Muranho e bebam água na sua nascente, subam a encosta que se debruça sobre o Muranho, pelo lado da Serrinha (é mais fácil) depois, encostem à esquerda para atingirem o Alto da Derrelheira. Apreciem os vales de Bordença, de Adrão, da Assureira e apreciem as montanhas opostas, o Gondomil, a Cascalheira, a serra Amarela, montanhas de Espanha (com Olelas em frente do nariz) todas as Montanhas Lindas do Ventor, em volta!

Urzes que podiam ser das minhas Montanhas Lindas

Depois virem-se para a Pedrada e sigam até à nascente da Corga da Vagem, bebam água, sigam corga acima, até à Fonte das Forcadas. É lá que nascem as primeiras águas do rio Ramiscal. Se não tiverem o céu limpo, não podem apreciar nada. Se o céu estiver límpido, como já devem calcular, poderão encontrar paisagens paradisíacas. Da Fonte das Forcadas, podem torcer rumo ao Alto da Pedrada deixando a Seida à vossa direita e, dali, podem até apreciar a Senhora do Sameiro, o Bom Jesus, os cabeços da Falperra e, se gostarem, apreciar o cheiro do iodo que parte do mar até atingir as Montanhas Lindas do Ventor.

 Nos meses de Outono e na Primavera, podemos apreciar os nevoeiros baixos sobre os vales e fazermos caminhar a nossa vista sobre eles apreciando o lado contrário em frente do nariz!

Moitas de tojo - beleza amarela  

Sempre que caminharem na minha serra, lembrem-se que o Ventor caminhou nela, ainda de cueiros!

---------------------------------------------------------------------------------- Eis as Notícias! 17 horas na neve do Soajo!

Grupo de amigos perdeu-se em tempestade de neve. Foram os bombeiros que os encontraram

Um grupo de sete montanhistas de Braga andou perdido durante cerca de 17 horas na serra do Soajo, Arcos de Valdevez, tendo sido descoberto e resgatado ao final da tarde de ontem, por bombeiros do concelho. Chuva, vento e nevoeiro foram os grandes inimigos da jornada. "Nunca mais vou esquecer este pesadelo", afirmou, ao JN, um dos participantes da aventura, todos amigos e amantes da Natureza e do montanhismo.

Chegaram cerca da meia-noite ao parque de campismo da Travanca, em Cabana Maior, de onde partiram para um abrigo de pastores, em Brandas de Brudença, a cerca de 90 minutos de caminho do local onde deixaram os carros. Depois, andaram mais hora e meia e perderam-se. Nunca chegaram a atingir o refúgio, nem orientar-se na montanha. Andaram perdidos e, segundo os cálculos do comandante dos bombeiros, Mário Araújo, terá percorrido mais de uma centena de quilómetros pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês.

As primeiras pessoas que tornaram a ver foram os voluntários arcuenses, não antes de o grupo se ter separado em dois, já de manhã, devido ao espesso nevoeiro. "O nevoeiro era intenso. Não se via um palmo à frente do nariz. Foi uma sensação incrível", disse ao JN, Sérgio Luís, professor de Biologia, ainda mal refeito do susto e depois de um reconfortante banho no quartel dos bombeiros.

"Quando nos perdemos, ficámos com uma sensação incrível. A desorientação foi grande. Por momentos pensei no pior. O tempo passava, o cansaço ia subindo e a fome também. E a chuva alagou o calçado", contou Alexandre Lopes Ribeiro.

Uma longa jornada. Outro caminhante, Manuel Silva, 43 anos, estava cansado quando chegou ao quartel. "Foi muito duro. Ao fim de algumas horas, perdi a noção do tempo. Já tinha ido aos picos da Europa, mas desta vez correu tudo ao contrário. Não vou esquecer quando vi uma casa na montanha e asfalto. Tinha chegado à civilização", gracejou.

Enquanto matava a fome, José Estrada, 38 anos, fazia outras contas à aventura. "Sempre confiei nos guias, uma vez que alguns participantes conheciam os trilhos. Mas depois de algum tempo, surgiram as hesitações e ficámos perdidos", reforçou. Da mesma opinião partilha Manuel Coutinho, 38 anos, para quem o pior foi a humidade durante a noite: "Vim preparado para o frio e encontrámos muito gelo. Nunca contei passar a noite ao relento. Foi horrível", disse.

Igualmente feliz por "tudo ter terminado em bem" ficou o comandante dos bombeiros. "Felizmente, as coisas acabaram por ter um final feliz. Mas foi muito complicado localizar os homens. Apanhámo-los a mais de 20 quilómetros do local de onde tinham deixado os carros", disse Mário Araújo. Nas buscas efectuadas estiveram envolvidos 13 bombeiros e quatro viaturas, cães da Brigada Cinegética da GNR de Valença do Minho e também vários jipes da Associação Rottarcos, de Arcos de Valdevez.

Passo a passo.

Meia-noite. Chegada dos montanhistas ao Parque de Campismo.

Uma hora depois, perdiam-se na serra.

9-10 horas. Bombeiros recebem primeiro pedido de socorro.

10 horas, têm início operações de busca. 14.15 horas: Protecção Civil reforça buscas;

15.15 horas. Grupo de dois é encontrado a cerca de um quilómetro do local onde haviam deixado as viaturas.

17 horas. Outro grupo é encontrado a 20 quilómetros de Cabana Maior. Quem é quem.

Sérgio Luís, 38 anos, professor de Biologia, fazia parte do segundo grupo. Alexandre Lopes Ribeiro, 40 anos, operador de caixa num hipermercado (segundo grupo).

Manuel Coutinho, 38 anos, mecânico (segundo grupo).

José Estrada, 38 anos, empregado comercial (segundo grupo).

Manuel Silva, 43 anos, empregado da restauração (segundo grupo).

José Manuel Resende, 43 anos, fazia parte do primeiro grupo encontrado.

Paulo José Lopes, 29 anos (primeiro grupo).

https://ventorcaminhando.blogspot.com/2026/06/lago-enol-um-lago-de-covadonga-que.html

Observando

 Sim, observando! É o que eu estou a fazer! ____________________________________________________________________________________________ O n...