quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Outono, 2011

 Ventor 21.12.11

O Outono de 2011, terá sido um dos poucos Outonos mais nefastos da minha vida. Costumamos dizer, ... foi o pior! Na verdade os últimos são sempre os piores porque os outros já estão esquecidos!

Falando do Outono de 2011, do fim desta estação que, costuma ser tão linda, terei de falar, também, do início do Inverno de 2011-2012, um inverno a que vou chamar de transição! Aliás, no dia, 22 de Dezembro de 2011, às 05:30, portantio, amanhã, começa um Ano de Transição! Já vou falar disso!

Primeiro vou falar deste Outono! O Outono que não se deu bem comigo. Fui atacado pela mais terrível constipação que se pode imaginar. Começou com um simples resfriado. Tremer quanto podia, numa espécie de Antárctida super gelada. Parecia que regredi para a idade do gelo! Contra-ataquei com tudo disponível! Cama, mais mantas, calor, whisky, aguardente quente, com mel, ... Tive durante cinco dias uma tosse de partir tudo. Pelo menos deu-me cabo do canastro. Fiquei sem músculos! Fui estudando as reacções e desenvolvendo novas formas de contra-ataque!

Quando nada resultava, reiniciei uma velha luta! A tosse era seca como o Deserto do Sara e eu não tinha como acalmá-la. O mel era uma treta mas, continuei a luta com tudo o que tinha. Fui buscar o Zirtec, um aliado dos últimos anos e disse-lhe: "vocês vão ser o resto das minhas forças. Temos que fazer uma razia. Nunca tive uma tosse como esta e cheira-me que vós estais preparados para estes inimigos terríveis. Calculei tratar-se de uma alergia vinda das profundezas dos meus pulmões. Lancei, então, as forças de reserva «Zirtec» e acho que tudo correu bem. Foram mais cinco dias de contra-ataque!

Ontem já fui visitar as minhas amigas perdizes, maravilhas das minhas caminhadas. Só não tirei o rabo do assento!

As perdizes minhas amigas 

Tudo parece estar bem encaminhado! O Zirtec fez o seu trabalho de sapa e os anjinhos trouxeram-me para casa, numa camioneta a cantarmos; tudo mudou! Ontem levantei-me cedo, às 06:30, tomei duche e pareceu-me ouvir gritar: "vamos deixar este gajo que ele é doido! Ele mata-nos a todos"!

Foram uns dias de guerra total! Ainda há umas escaramuças mas acho que tudo está a acabar. Este Outono de 2011, o penúltimo do ciclo, será para esquecer mas, ainda vou ter outro antes de fechar o ciclo! O próximo Outono será o último que, segundo dizem os sabidos, fechará o último ciclo do sol na nossa Galáxia. O meu amigo Apolo, daqui por um ano, no solstício de Inverno de 2012, irá centrar-se no meio da nossa Galáxia, no Equador Galáctico que, é constituída por cerca de 200 biliões de estrelas e irá reiniciar um novo ciclo de 26.000 anos. 

Esfera armilar com relógio cósmico

São contas muito complicadas dos nossos amigos Maias, Sumérios e não só. Mas o ano poderá ser, também, muito complicado! Será também o ano em que o tal planeta Nibiru, o X Planeta ou planeta dos deuses que comandam a terra, se aproximará mais perto desta. Será de lá que vêm os "nossos" discos voadores e, posso acreditar, porque não, eles andam aí!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Um Amiguinho Azul ...

  Ventor 13.10.11

.. num dia lindo, no rio Jamor, em Queluz! 

Era exactamente igual a este guarda-rios, um alcedo atthis, foto de Lukasz Lukasik, tirada da Wikipédia, sob licença GFDL

Ontem, caminhando por Queluz, tirei a dúvida.

Às vezes, não é fácil tirar dúvidas!

Porém, desde que metamos uma coisa na cabeça, é sempre possível esperar o momento para tirar as dúvidas todas. Ontem, fiz uma pequena caminhada por Queluz, o jardim de Queluz e em redor do Palácio.

Fui visitar os meus amigos do rio Jamor, em Queluz e passei pelo belo Palácio e, quando caminhava sobre o Jamor que passa por baixo do Palácio e dos seus belos jardins, dirigindo-me para o carro e rumar a casa, observei o rio e, tentei descortinar a bicharada que por lá andaria. Encontrei um pássaro lindo e preparei a máquina para o tentar captar para a minha colecção.

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Ele cá está, o Martim Pescador, como muitos lhe chamam - o Guarda-Rios! Hoje é a 4ª vez que vejo um guarda-rios, em cerca de um ano. Mas este parou! Parou longe, mas parou! Foi pena foi ter parado à sombra. Por ficar longe e na zona escura, foi a foto que consegui arranjar e estes rios não são nada adequados para fotografar guarda-rios. Têm muito mato em volta e esta seria a melhor zona. Provàvelmente, nunca mais o verei nestas condições, não fosse tão longe

Ao apontar a máquina, vi passar, rio abaixo, o que mais me parecia, outra vez, uma "flecha" azul. Um azul muito vivo e bonito. Pousou um pouco longe e, para meu azar, do lado da sombra. Enfim, estragou a minha sagacidade em encontrá-lo com a máquina em boa situação para a foto. Infelizmente, não deu para a foto que queria! Era longe de mais e na escuridão da sombra!

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Estas belezas, foram tiradas da Wikipédia, pintados por um especialista - vejam como eles são lindos!

Mas deu para tirar conclusões!

Um dia, já há cerca de um ano, caminhava eu na ribeira da Falagueira e, do meio dos salgueiros, em pleno rio, passou, debaixo dos meus olhos, uma "flecha" azul vivo, rio acima. Só tive tempo para apontar a máquina e não para disparar. Fui no encalço da ave, mas nunca mais a vi! Outra vez, na Primavera passada, na ribeira que atravessa o jardim de Miraflores, outro pássaro semelhante. Há cerca de um mês, exactamente, no mesmo local, em Miraflores e, nas mesmas condições, passou, mais uma vez, a "flecha" azul.

Mas hoje, em Queluz, acabou-se a dúvida! A "flecha" azul, não era nada mais, nada menos que um guarda-rios!

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Ainda deu para uma segunda foto! Devido à lonjura do Martim Pescador, só pretendia que as fotos me confirmassem tratar-se de um guarda-rios e esse obejectivo foi conseguido. Agora, só me resta a esperança de o apanhar em melhor situação e, para isso, vou ter de dar corda aos sapatos, junto das ribeiras e do rio Jamor!

Ao ver essa "flecha" azul, virei-me para o passado. Penetrei no nosso rio de Adrão, em Arriba dos Moinhos e fui descendo o rio, até ao Curral das Cabras. Nesses tempos, nunca vi essa minha linda "flecha" azul de cima para baixo. Via-o sempre à minha frente e, sempre por trás. Estas quatro vezes que o vi por aqui, vi-o sempre de cima para baixo, numa cor azul belíssima. Eu nas margens cimeiras e ele, sempre a voar, junto à água, sobre as ervas e arbustos.

Este vídeo tirado do Youtube, serve para todos aqueles que não conhecem bem, o Sr. Guarda-Rios, apreciarem melhor a beleza desta ave linda - o alcedo atthis ou guarda-rios comum

Agora, falta-me o melro d'água, a toupeira d'água e a cobra d'água para, tal como o guarda-rios, me certificarem que os riachos da minha zona, estão mesmo despoluídos. Hoje, para mim, o Guarda-Rios, o Martim Pescador e mais 23 nomes que lhe dão por aí fora, passou a ser, sem dúvida, meu companheiro de caminhada. Agora só me falta fotografá-lo como eu gostaria para que a companhia se torne mais perfeita!

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Em cima de um galho seco, para não terem ramas a estorvar-lhes a visão e ei-los a penetrar na água e pescar o seu peixe

Ficarei no seu encalço!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os Quatro Cavaleiros

  Ventor 27.07.11

São quatro!

São quatro cavaleiros negros que se aproximam de mim, em grande cavalgada. Já baixaram o elmo, ajustaram os capacetes, colocaram as lanças em riste e iniciaram a sua caminhada; já estão a experimentar o trote e, não vai tardar muito, utilizarão toda a velocidade que os cavalos negros lhes permitam.

Normalmente, quando falamos em quatro cavaleiros, só nos lembramos dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse e, na verdade, esses cavaleiros, estão metidos em tudo que tenha como objectivo final, o fim do mundo.

Mas, eu já desmascarei esses quatro que se perfilam, contra mim, contra o meu Universo, numa luta total.

Sim, porque todos nós temos o nosso Universo! Um Universo onde as lutas se vão desenrolando, durante a nossa caminhada até ao desfecho final. Muitos, desaparecem, mesmo sem sequer encararem um dos quatro cavaleiros. Chama-se a isso, o azar!

Outros, acabam por enfrentar um, dois, três ou, mesmo, os quatro cavaleiros. Uns mais lentamente, outros mais depressa, saem sempre derrotados numa dessas lutas que se vão desencadeando nesse universo em que somos transportados todos os dias - o nosso universo!

O Senhor da Esfera, definiu para cada um de nós, o nosso universo pessoal, também o nosso universo mais abrangente, onde cabem todos aqueles que nos apetece que caminhem a nosso lado e também aquela Esfera alargada, onde os cavaleiros podem caminhar connosco, juntos, a passo, a trote, em cavalgada!

Por mim, já há alguns anos que enfrento, sem alardes, esses quatro cavaleiros que fazem parte da nossa Esfera Global e que, o Senhor da Esfera, mesmo que queira ou, mesmo que quizesse, por nós, nada pode fazer. Esses cavaleiros fazem parte do nosso destino, em todos os dias da nossa caminhada!

Eles estão danados comigo porque eu identifiquei-os, coloquei-os na mira da minha lança e informei-os que estou preparado para o combate. Isso eles não me perdoam! Nunca me perdoarão!

Por enquanto só mostro o meu estandarte, aos meus inimigos

Tal como eles, os cavaleiros negros, eu apetrechei-me dos pés à cabeça, equipei-me e preparei-me para um braço de ferro com eles. Um contra quatro! Já coloquei o meu capacete, já baixei o meu elmo, já levantei a minha lança e, como não podia deixar de ser, estou preparado para uma luta sem quartel.

Assim, perante o mundo, vou identificar, um a um, os meus inimigos!

Reumatismo, o primeiro cavaleiro negro a atacar o Ventor! Creio que, exactamente, por ser o primeiro, deixarei para ele o combate final!

Colesterol, o segundo cavaleiro negro a atacar o Ventor. São ameaças sobre ameaças. Ele vai cair aos olhos desse outro cavaleiro a que dei o nome de Reumatismo.

Tensão Arterial, o terceiro cavaleiro negro a tentar acomodar-se nas minhas trincheiras mas, a minha lança, esburaca todos os buracos onde ele julga poder acomodar-se. Com este cavaleiro, a luta já é sem quartel. Trava-se nas ruas, nas esquinas, nos supermercados, nas despensas, nas cozinhas, nas ... Com ela, a disputa já é de vida ou de morte.

"Diabrete", o quarto cavaleiro negro que se prepara para o combate final, tal como eu. Este cavaleiro, tal como o primeiro, apresenta-se completamente armadilhado e, até no elmo utiliza radares para tentar penetrar mais profundamente nas minhas trincheiras de defesa.

A minha lança - a lança do destino

Estes cavaleiros estão espavoridos porque se sentem detectados pelas defesas do Ventor.

Porém, o cavalo usado pelo Ventor, neste momento, é cinzento, quase indefinido e, montado nele, o Ventor vai travar uma luta sem quartel, contra os alazões negros utilizados pelos seus inimigos.

Antar? Onde  andas tu Antar? Tu que sempre me tens valido em sonhos terríveis! Agora, Antar vai ser a sério! A luta vai ser real e sem quartel!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Raid sobre o Alentejo

  Ventor 09.01.12

Foi mais um!

Uma amostra de como Évora é bela, neste vídeo de Sabores do Alentejo

Ontem, domingo, samos para o café e, vai na leva, resolvemos fazer mais um raid sobre o Alentejo. É sempre bonito, o Alentejo. Passar a ponte, sobre o rio Tejo, a tal que o 25 de Abril não construiu mas abotoou-se com o nome vitorioso dos "grandes vencedores" e que o Cristo Rei abraça, porque, abraçando Lisboa, abraça a ponte e, claro, também abraça o Ventor e seus companheiros de caminhada.

O Templo de Diana enquadrado no Centro Histórico de Évora

Um dia lindo como têm sido todos deste finar do ano anterior e do início de mais este, com quase uma dezena de dias. Lindos mas frios!

Mas, se se lembrarem daquela lengalenga dos nossos tempos de crianças, que reza assim: «ao luar de Agosto, nenhum dá no rosto» mas vem o de Janeiro que não tem parceiro». É assim, qualquer coisa. Mas, pelo que vi ontem à noite, ao chegar a casa, pareceu-me ser verdade!

De um lado, a minha amiga Diana bolachuda, pujante, cheia de luz. Exactamente como a estou a ver neste momento, aqui sentado, teclando, pois até subi o estore para a poder apreciar melhor e ei-la ali, a sorrir para mim, pelas vidraças, à minha esquerda.

Galgando a auto-estrada, enquanto o "senhor das estradas" punha o olhar no alcatrão, eu, sentadinho à sua direita, observando os voos das caminhadas dos corvos, ao mesmo tempo que tentava ir absorvendo as dores dos meus ombros, ouvia os corvos dizerem-me que, a nossa Diana, está agora mais bonita que nunca.

Ventor, Diana e Apolo, no seu encontro em Évora, em 08.01.2012

Por fim, chegamos ao objectivo que nos tínhamos proposto - o Centro Histórico de Évora e, mais precisamente, o Restaurante Fialho. Metemos combustível e preparamo-nos para a continuação da nossa caminhada alentejana mas, antes, não deixamos de ir cumprimentar, a rainha da noite, no seu Templo de Évora, cheio de sol. Ali, Diana, me disse que, a fúria dos homens e das intempéries, lhe destruíram o seu Templo mas, ainda lá ficaram algumas colunas coríntias com seus capitéis, onde Diana, nas suas caminhadas vai encostando o seu olhar, em memória dos velhos tempos, das suas gentes romanas.

Este Templo de Diana, foi construído no Século I D.C., em memória de Augusto, o tal que veio à Península Ibérica para vencer os Cantábricos que, descendo das montanhas vinham fustigar os romanos, cuja ponta mais avançada era a sua legião instalada no local que é hoje a cidade de Leão. Este Templo foi construído no Forum Romano, a praça principal, então chamada Liberatias Iulia.

No Séc. V, D.C. os bárbaros, que eram constituídos por "hordas germânicas", invadiram Évora e destruíram o Templo, e hoje, as suas ruínas, são o único vestígio do Fórum romano na cidade. O Centro Histórico de Évora onde se situa o Templo de Diana é, desde 1986, reconhecido pela Unesco, como Património Mundial. O Templo da minha amiga Diana, está rodeado por vários monumentos como a Sé de Évora, o Tribunal da Inquisição, a Igreja e Convento dos Lóios, a Biblioteca Pública de Évora e o Museu.

Os capitéis e as bases das colunas do Templo de Diana, foram feitos com mármore branco de Estremoz e as colunas e arquitraves são feitos de granito da região de Évora.

A Catedral de Évora

Évora, possui um Centro Histórico bem preservado, e é um dos mais ricos centros históricos de Portugal o que lhe valeu o epíteto de Cidade-Museu.

Após uns dedos de conversa com a minha amiga Diana, rumamos a Mourão e seu castelo, levando a nossa caminhada sobre as águas da Barragem de Alqueva, por onde passeamos o nosso olhar e, no regresso, fizemos uma rápida visita ao velho castelo de Monsaraz de que voltarei a falar mais tarde.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Subir aos Lagos de Covadonga

  Ventor 19.02.10

Uma vitela, junto ao lago Enol

Depois de caminharmos pelos arredores de Covadonga, já conhecida também por Santa Cueva, onde jaz o meu amigo Pelágio, começamos a subir rumo à região dos lagos Ercina e Enol.

Foi uma subida sempre rodeada de paisagens dos Picos, numa belíssima estrada de montanha em que as gralhas começaram por ser a nossa companhia.

Um dos vinte e tal Picos da Europa. Este nas Astúrias

Para mim, sem desperdiçar das minhas vistas o encanto das paisagens montanhosas que estão debruçadas sobre Covadonga e dos seus lagos a cerca de 1200 metros de altitude, ainda mais entusiasmado fiquei quando encontrei em redor dos lagos, as vacas pastando, algumas delas em companhia dos seus filhotes que tão bem embelezavam aquelas belas montanhas

Elas caminham e observam o Ventor, junto ao lago Ercina

Uma gralha dançando a balsa com o Ventor, junto ao lago Enol

Mas junto do lago Enol, tive também a presença das gralhas, companheiras de velhos tempos que não perderam tempo a exibir-se para mim, esvoaçando à minha volta, dançando no ar, autênticas balsas como as de Viena, tal como o Danúbio Azul e que ali, por encanto, bem poderia chamar a balsa do Enol Azul!

Esta gralha, cançada de dançar a balsa com o Ventor, no chão, decide levá-lo até às nuvens

Mas tudo o que é bom termina depressa e com o mesmo entusiasmo com que subimos o CO-4, rumo aos lagos, o mesmo entusiasmo nos trouxe de volta a Covadonga, a Cangas de Onis e nos colocou nos trilhos que nos levariam até Léon onde chegamos cerca da meia-noite.

No entanto, não deixamos Cangas de Onis, sem que uma velha amiga nos saísse ao caminho e se despedisse de nós, desejando-nos uma boa viagem e que, no futuro, nunca esquecessemos aquelas belas serras de fadas, onde os duendes se banqueteiam com todas as maravilhas da Natureza - Maravilhas feitas pelas mãos dos homens e pelas Mãos de Deus. 

 À saída de Cangas de Onis, esta águia veio para se despedir dos apreciadores do seu reino - o mesmo reino do meu amigo Pelágio

https://ventorcaminhando.blogspot.com/2026/06/lago-enol-um-lago-de-covadonga-que.html

Setember Eleven

  Ventor  11.09.11 O dia que mudou o mundo e, por isso, o dia que também mudou o Ventor. Um dia que nunca devemos esquecer! Não devemos esqu...