segunda-feira, 1 de junho de 2026

O Ski deixou-nos

  | Ventor 09.05.16

O Ski era meu amigo. Já é o segundo amigo que perdi no Lugar do Sol.

Sky

Quando eu partia para as minhas caminhadas, eles todos corriam a despedir-se de mim no portão, mas o Ski olhava-me sempre com uma doçura sem fim, naqueles olhos avelãs. Quando eu estava no campo, do lado contrário, era ele sempre o primeiro a ladrar. Espreitava-me por entre os arames e ladrava. De repente estava lá a matilha toda. O Ski e os perdigueiros.


O Ski tinha uma casa. Ele gostava muito da sua casa. Tanto nesta como na outra, ele deixava os seus amigos dormirem com ele. Viviam juntos, comiam juntos, sonhavam juntos.


Eles gostavam das suas casas debaixo do Telheiro, mas o Ski, teve direito a uma só para ele. Tinha quase 12 anos e os donos quiseram dar-lhe mais recato e conforto devido à doença. Mas eles não abandonavam o Ski. O último a chegar ficava quase todo de fora. Tal como os mosqueteiros, não diziam "um por todos e todos por um" mas diziam: "o que é do Ski é nosso e o que é nosso é do Ski"!

Quando eu chegava, mais pareciam uma "matilha de lobos" em volta da presa que uma matilha de cães a receber um amigo. Todos me queriam tocar, lambuzar, agarrar, cheirar. E todos me diziam, "não trouxeste o gato"? Porque nunca trazes o gato"? Porque se o trouxesse Ski, tu eras o primeiro a dar-lhe uma dentada. "Não dava nada porque sei que é teu e isso era quanto bastava para não-lhe fazer mal". Porque não seria assim?

 Eles eram todos amigos e o Ski adoptou os filhos da Maria e do Gaspar como se fossem dele. Como diz a célebre canção, "amigos para siempre"

O Ski tinha uma maneira especial de me olhar, de se chegar e de se colocar a meu lado. Acompanhava-me sempre todo discreto. Os outros aproximavam-se, agarravam-se a mim, uns estroinas maravilhosos mas o Ski olhava, aproximava-se e parecia-me dizer, calmamente, que a amizade deles era igual à dele.

Depois apareceu outro amigo - o Santiago

O Santiago gosta de todos mas tinha um carinho especial pelo Ski


"Ele é meu amigo, ele não xe janga"! Eu tenho a certeza que sim, Santiago

Aproximava-se do Santiago sempre num estilo protector. Parecia dizer-lhe, "estou aqui, contigo, Santiago". Na última vez que estivemos juntos, o Santiago agarrava-se-lhe, fosse onde fosse, até nas orelhas. Eu disse ao Santiago: não te agarres tanto às orelhas do Ski, Santiago que ele pode zangar-se, se o magoas. O Santiago tinha tanta confiança nele que me respondeu: "ele é meu amigo. Ele não xe janga"!".

Nunca mais te vais esquecer dele Santiago

É difícil perder um amigo e o Santiago começa cedo a aprender quanto custa. Até a mim vai custar muito quando lá chegar e não me aparecer aquele olhar especial do Ski. Mas a vida é assim, feita de atropelos permanentes em que uns ficam e outros vão partindo primeiro. O Ski nunca nos abandonará porque continuaremos a vê-lo em fotos e continuará no nosso cérebro a saltar e a correr pelo Lugar do Sol.

 


  


Deixo aqui duas flores que estavam na piroga, em 02 de Abril passado. A amarela já era minha conhecida mas a vermelha não e ele não me largava e olhava para mim e para as flores como que a tentar perceber-me

Mas, quer queiramos quer não, o Santiago, os pais, o Ventor, ... toda a família e amigos, ficamos sem o nosso amigo Branco de Weimar ou Weimarner, o nosso amigo Ski.

Foi em 8 de Maio de 2016 que o Ski se despediu dos seus amigos e de todos nós, dos amigos e da família. Os últimos anos da vida dele, foram de tudo o que havia de bom, sem fome, sem frio, feliz. Tinha uns donos que o adoravam. Devido à doença, a sua dona ia tapa-lo à noite e conversava com ele. Diz-se muito sortuda por fazer parte da sua vida. Vai colocar no seu lugar um cedro e uma linda planta selvagem e assim ficaremos sempre juntos.

Podes crer Cristina que estará sempre connosco. Irei procura-lo no meio dos seus amigos e não o encontrarei mas continuaremos juntos.

O Santiago ficou sem o Cocas

 | Ventor 12.11.17

Hoje tivemos uma má notícia. O nosso amigo Cocas, morreu.

O Cocas era um gatinho que foi pedir comer junto de amigos no Algarve há cerca de 9 anos atrás. Apareceu todo remeloso a mendigar alguma coisa para matar a fome. A Joana, a nossa princesa mais velha exaucrinou a mãe e o pai para trazerem o cocas para casa. Mas a mãe da Joana ao se aproximar de gatos começa logo a espirrar e não podia trazer o gato.

Leva-o mãe que eu levo-o para a tia Tata.

Eras tão lindo Cocas

E assim foi! A Joana levou o gato para a tia Tata, mas ele estava doente. Foi para o veterinário e as despesas foram enormes. As alegrias, por vezes, são bem pagas.

O gato ficou bom e foram cerca de 9 anos de alegrias. Os cães dormiam fora e o Cocas tinha a casa por sua conta. De repente deixou de ter vontade de comer e foi morrer à veterinária que tratou dele. O Cocas morreu e eu perdi um grande amigo. Ele era um dos meus grandes amigos do Lugar do Sol.

Também o meu amigo Santiago perdeu esse belo amigo. Eles adoravam-se um ao outro. É triste a vida ser tão complicada para as pessoas e para os animais.

Mas quando choramos por um animal é porque ele fez mesmo parte da nossa família.

Sei como te vai custar Santiago. Sei como é difícil olhares em volta e não veres o teu companheirinho peludo a observar as tuas travessuras

Adeus Cocas. Vou sentir a tua falta quando voltar ao Lugar do Sol.

Outono de 2015

 | Ventor 23.09.15

Outono é a estação dos dourados, dos vermelhos, dos castanhos a mesclarem os verdes que teimam em animar a esperança do Ventor nas suas caminhadas. E hoje, dia 23 de Setembro de 2015, temos o privilégio de começar a viver mais um Outono.

Um castanheiro em Sintra

 Os ouriços aguardam melhores momentos

Hoje estive em Sintra a apreciar o início da transacção dos castanheiros. Eles começam a ser emoldurados no amarelamento do verde, das folhas e dos ouriços.

Ouriços que começam a arreganhar uma espécie de dentes castanhos, rindo à gargalhada e desafiando-nos também a emitá-los. E, enquanto os ouriços riam, o castanheiro murmurou-me: "olha, Ventor, o castanho, a cor que este ano também veste o teu Porto, mostrando que nem tudo é verde, vermelho, amarelo, azul, ... mas também tens o castanho. O castanho com que o teu Porto brinda a Europa dos castanheiros, o fruto que, por muitos séculos, ajudou a matar a fome, não só em Portugal, mas também por essa Europa fora, antes da chegada do milho, da batata, do feijão e outras coisas desbravadas nas caminhadas marítimas dos portugueses de outrora e outros.

A beleza dos frutos castanhos, nas alturas

Olha para trás, Ventor, e quando ouvires falar de globalização, faz marcha atrás, caminhando nos séculos e ficarás a saber porque uma das aves rainhas deixou de o ser. Todos perdemos os nossos reinos, Ventor, até os belos castanheiros.

De novo aqui, só o equipamento castanho do Futebol Clube do Porto".

Este fruto caído, fê-lo para cumprimentar o Ventor

Mas, enquanto aquele belo castanheiro conversava comigo, eu recordava outros castanheiros, a beleza dos seus troncos, das suas folhas e das suas sombras, sobre os prados de feno. Recordava as belas varas de castanheiro feitas com tanto carinho para caminharmos nos montes da serra de Soajo, com alguma segurança e capazes de enfrentar o lobo!

Sorrindo ao sol de Outono

«Com essa vara de castanheiro, Ventor, não vai haver lobo algum que te ataque e, se o fizer, tenho a certeza que te defenderás com ela, como um homem».

Ao ouvir estas palavras da boca do ti Joaquim Brasileiro, eu sentia-me orgulhoso das varas que eu e o seu neto, o meu amigo Joaquim, tínhamos feito. Sonhava, assim, hoje, em Sintra, com os belos castanheiros de Adrão. Não eram muitos mas eram lindos. Pensava, observando aquela beleza, como o castanheiro e o carvalho são árvores que deixarão satisfeito o olhar de qualquer Druida.

Este vieram para brincar ao faz de conta com o Ventor

Por isso, aqueles que possam, façam as suas caminhadas junto dos castanheiros e observem as suas belezas em mais este Outono.

Renovação da Carta de Condução online

  | Ventor 15.12.17

Sim, renovação online! Acho que começou em Maio.

Não foi fácil o início mas foi fácil a renovação online.

No início, era o relatório médico. Onde fazer o relatório médico? Marquei consulta para um médico que já me conhece e que me fez o pnúltimo relatório. Disse à recepcionista que a consulta era para me fazer o relatório médico para renovar a carta de condução e, como essas coisas são demoradas não tinha muito tempo para esperar. Fui logo informado pela recepcionista do consultório que o doutor não tinha plataforma e teria de arranjar um médico com plataforma para enviar o relatório para o IMT.

Perguntei-lhe se conhecia algum disse-me que não. Então fui à procura e comecei a ouvir a canção da Mariazinha, aquela que começa por «gosto muito da Mariazinha». E, depois, vem o «não, e não e não, e não e não, e não e não e não.

IMT - polegar bem levantado, um like

Bem, fui a uma escola de condução e disse: "preciso de renovar a carta, o que me podem fazer aqui"?

Resposta: "podemos tratar disso tudo mas vai ter de marcar para o dia 12 e a consulta é por ordem de chegada". Ok. Achei que era condenado a ir dormir uma soneca para a porta da escola de condução o dia 12 deste mês para poder ser atendido  e eu só tenho paciência para dormir numa boa cama.

Pedi à minha esposa, enquanto eu guiava de regresso a casa. «Liga para o Hospital da Luz e pergunta à mocinha se lá têm uma plataforma para me fazerem o relatório médico para a renovação da carta de condução e envia-lo para o IMT.

"Temos, sim senhora, D. Gisela. O seu marido tem cá médico"? Diz-lhe que pode ser um qualquer ou dois, os que fizerem falta ... «Tem sim é ....

Era uma quinta feira. "Então posso-lhe marcar para sábado às tantas, porque tem uma vaga. Pode ser"?

«Pode até ser agora»! Ficou para sábado de manhã.

Entrei no consultório e ouvi: "que o trás por cá, Senhor Luis"? «Vim cá para me passar o relatório médico para a renovação da carta».

"Meu Deus, isto é uma confusão que nem lhe passa pela cabeça. Eu vou tentar mas não sei se você vai levar o relatório hoje. Há sempre falhanços, ou nossos ou do sistema, ou .... Eu pagava-lhe para não o ter cá para isso"!

Uma boa médica refilona como eu mas, com mais ou menos dificuldades e com a ajuda de um colega lá me resolveram o problema. O sistema trabalhou. Pelos vistos, gosta de trabalhar ao sábado! Cheguei a casa e respirei fundo. Agora vamos à online.

Fiz tudo como o Site do IMT diz e poucos dias depois tinha a carta nos CTT de Massamá. Levantei-a ontem porque na véspera não estava em casa para a receber.

Fiz o pedido e tinha de pagar o trabalhinho 24 horas depois. Logo após o pagamento, tinha a guia e o recibo para imprimir. Em sete ou oito dias, tinha tudo tratado com a carta em casa.

Não vale a pena dizer mal das instituições só por dizer. E olhem que eu tinha ouvido dizer mal desde que o sistema foi instituído. Por isso eu deixo aqui uma palavra de satisfação para com o IMT.

Acredito que os médicos tenham problemas com a plataforma por várias razões mas Roma e Pavia não se fizeram num dia.

Mundo ignóbil

 | Ventor 10.05.05

Este nosso mundo, o nosso, o português, abstenho-me de falar do mundo dos outros, está cada vez, segundo as opções dos nossos políticos, mais social! Até está, mas no papel e na mísera distribuição de uns cêntimos para quem precisa, segundo se crê.

Afinal esses cêntimos não chegam nada para quem precisa e quem não precisa esbanja-os em luxos incríveis, numa sociedade que se pretende digna e capaz de tratar dos seus. A nossa sociedade, se repararem bem, tem sido um descalabro total, no aspecto social. E andam por aí, tantos ... ditos senhores, a tentar peneirar o sol a ver se enxergam luz.

Alguns familiares, matam, as suas crianças desprotegidas, por processos ignóveis e a sociedade sente-se manietada por se reger por leis, muitas delas sem sentido. Somos um país de advogados, ... de doutores e engenheiros de coisa nenhuma. Pavoneiam-se nos seus ciclos todos os dias, dão shows televisivos, armadilham leis e seguem os trilhos de "nossa senhora não te rales". As crianças morrem, por negligência das autoridades, que criaram camisas de forças de onde não saem e depois os sabichões do templo arranjam logo bodes expiatórios para tudo.

A verdade é que os nossos velhos, necessitados, não têm dinheiro para comer e para medicamentos. Há os que têm família que ajuda, mas há também os que não têm ninguém. Como é possível haver medicamentos no mercado a preços incríveis? Dar por dois ou três medicamentos para uns dias cerca de 80 euros, já descontado o subsídio da Segurança Social, quem tem uma reforma que nem para comer lhe chega, mais renda de casa, mais ... quando a gente olha para a chulice que nos rodeia, em grandes bombas, com cartões de crédito sem limites, com casa paga, muitas vezes com férias pagas, tudo isso saído do suor do povo, portanto pago por todos nós, que dizer da nossa sociedade cada vez mais social?

Sim, refiro-me aos políticos que nos levam couro e cabelo para nada! Sim refiro-me a administradores das grandes empresas, públicas e privadas que são reis e príncipes neste mundo de larápios! Para eles levarem essa vida faustosa, pagamos nós os incríveis preços de produtos mal feitos e de serviços mal prestados. Não seremos só nós, eu sei, mas os povos desta célebre sociedade (a grande comunidade da Europa) estão cada vez mais escravizados na sua luta para poderem viver com certa dignidade e, então, Portugal é o máximo!

Só vejo dificuldades à minha volta e os foristas do templo dizem-nos que a tendência é para piorar nos próximos 10 anos! Dizem que os empregos serão cada vez menos, que para a Segurança Social, virá um dia, não longínquo, que deixará de pagar a quem pagou o que lhe pediram. No entanto para amainar os péssimos ânimos do povo, aparecem sempre alguns prontos para nos divertir, como, por exemplo, a tourada a realizar nos Açores em terras de Santa Maria, para comemorar o aniversário da sua autonomia. Por isso o meu Quico enviou às faustosas autoridades daqueles sítios este e-mail:

«Ex-mos Senhores Presidência do Governo Regional dos Açores, Ministro da República para os Açores, Câmara Municipal de Vila do Porto, Circulo de Amigos de S Lourenço (entidade organizadora).

Eu sou o Quico, o gato do Ventor e estou muito desolado por saber que vão chegar aos Açores uns touros para serem toureados nessa bela terra de Santa Maria. Costumo dizer, nas minhas comunicações com terceiros que sou o vosso amigo Quico, mas neste caso não usarei essa doce frase, pois não poderei usá-la com aqueles que vão permitir que os meus verdadeiros amigos, os touros do Ribatejo, ou outros quaisquer, que vão ser terrivelmente mal tratados para satisfação e gáudio de meia dúzia de iluminados.

Eu dirijo este e-mail às Entidades acima porque sei que entre elas estarão os verdadeiros responsáveis por essa tourada. Ou porque a organizaram ou porque permitiram a sua organização e também porque, se quiserem, poderão evitá-la.

Também sei que os amigos das touradas não são sensíveis à voz dos homens, nem às dores e sacrifícios dos touros e se calhar, menos ainda ao desânimo e desolação de um gato. Vocês são políticos e têm por obrigação tentar arranjar emprego para os desempregados e também divertimentos para o Povo, porque não! Mas há sempre gente apta nos meios políticos, por arrasto ou por vontade própria, a entrar por caminhos que são uma nódoa para a dignidade do homem neste planeta cheio de arrelias.

Vocês querem satisfazer o Zé Povinho, mas como eu ouço os homens deste mundo em que me integro, podem fazê-lo muito bem sem mal tratar os nossos companheiros de CAMINHADA e satisfazer também a vossa própria satisfação pessoal! Se querem manter o povo entretido, é tão simples! Porque não transformam esse local da tourada num campo de jogos de Chinquilho, da Malha,  da Macaca!

Enfim! Já não falo noutros géneros de espectáculos que esses certamente conhecem. Vocês sabem o que é jogar ao Chinquilho? Eu sou gato, também não, nem sei se o Ventor sabe, mas sei que ele costuma ver uma gente do grupo de reformados a jogar ao Chinquilho e bem divertidos. Promove a auto estima, é bom para o stress e satisfaz plenamente aqueles que ao Chinquilho se dedicam nas horas de lazer.

Vocês são homens, e diz o Ventor que pertencem à classe dos notáveis. Serão mesmo notáveis? Eu penso que um homem notável será aquele que vela por si, pelos seus semelhantes e por todos os animais que o Senhor da Esfera colocou neste mundo para prosseguirmos ao lado uns dos outros a melhor caminhada possível. E seria tão simples! Bastaria que todos tivessem bom coração e soubessem respeitar aqueles que vos matam a fome e só por isso, eles deveriam ter no pouco tempo que lhes dão de vida, uma vida vivida com dignidade.

Se calhar comer-se-iam menos toxinas e haveria menos doenças ente nós todos. Por isso, em nome da DIGNIDADE QUE DEVE PAUTAR TODO O SER HUMANO, vos peço. NÃO FAÇAM MAL AOS MEUS AMIGOS! VÃO JOGAR AO CHINQUILHO SEUS CRETINOS!

Flores azuis

 | Ventor 20.04.05

Hoje, na minha caminhada, apareceram-me mais flores azuis. Estas são, de facto, de um azul muito lindo.

Anchusa Azurea

Claro que os meus parcos conhecimentos de botânica, não são suficientes para as identificar. Elas são selvagens, lindas e raras, tal como os metais preciosos. Mas mesmo sendo raras assim, acho que devo partilhá-las convosco. Hoje, 23 de Abril, já sei o nome pelo qual esta flor é conhecida. Chama-se Anchusa Azurea. Bem como partilho esta borboleta, Papilo Machaon, minha companheira de caminhada da qual também já sei o nome.

Papilo Machaon

Uma efeméride

 | Ventor 13.04.05

Nas minhas caminhadas tenho-me deparado com várias efemérides, entre elas, esta. Faz hoje, 13 de Abril de 2005, 2337 anos a Fundação oficial da cidade egípcia de Alexandria! Não tenho bem a certeza, mas creio que sim.

Farol de Alexandria tirado da Wikipédia

A minha memória, velha como o tempo, pode atraiçoar-me, mas raramente essas situações traiçoeiras me atingem. Enfim ... é possível. Poucas cidades fizeram uma entrada tão magnificiente na história da humanidade como Alexandria. Ela foi fundada por Alexandre, o Grande, o meu amigo Macedónio.

Já tenho falado disso ao Quico e acho que ele vai querer colocar tudo no seu Site. Será que ele ainda se recorda? Deve recordar pois todos os seus ascendentes foram bafejados pelas boas vontades divinais dos Faraós, mesmo muito antes do nascimento de Alexandria.

O Travesseiro ---

    | Ventor  17.04.09 ...ou travesseiros, pela beleza de Sintra ! Um pombo bravo que quis dois dedos de conversa Um coelho bravo mais um am...